Rio Mamoré registra o maior nível deste ano em Guajará-Mirim, RO

Rio Mamoré registra o maior nível deste ano em Guajará-Mirim, RO

Marca é a mais alta de 2018 registrado até esta quinta, 25. Cota de segurança é de 11,5 metros; nível atual é considerado aceitável pela Marinha.

A régua fluviométrica que faz a medição diária do nível no Rio Mamoré em Guajará-Mirim (RO) marcou a 9,96 metros nesta quinta-feira (25), a mais alta de 2018 até o momento. Mesmo com este número, o nível está abaixo 16 centímetros, se comparado ao mesmo período de 2014, quando o município enfrentou a pior enchente dos últimos 30 anos na região de fronteira com a Bolívia, a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho.

De acordo com a Marinha, o nível está dentro do que é considerado normal e o temor de uma nova enchente foi minimizado, já que segundo a agência o nível pode subir até 12 centímetros em um único dia, mas a tendência é que no dia seguinte seja reduzido e mantenha uma variação para mais ou para menos.

O G1 entrevistou o atual chefe da Defesa Civil na cidade, Gilson Teles, para saber qual a real situação sobre o nível da água e do risco de uma nova cheia, além das medidas preventivas do órgão em relação à população que mora próximo da margem.

Segundo Teles, nesta semana a Defesa Civil de Guajará participou de uma reunião na capital com o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), autoridades e outros órgãos que acompanham o monitoramento dos níveis dos rios na região.

“Conforme as informações repassadas na reunião, existe uma grande possibilidade de haver sim uma enchente, mas em menor proporção da que ocorreu em 2014. Existem previsões, mas não posso afirmar exatamente o que vai acontecer. O nível é medido todos os dias e estamos acompanhando esse aumento para que os moradores dos bairros mais baixos, como é o caso do Triângulo, não sejam tão afetados como naquela ocasião”, explicou o servidor.

A cota de segurança do rio é de 11,5 metros, quando é decretado alerta máximo, porém o nível atual está muito abaixo e é considerado como aceitável pela Agência da Marinha.
G1/RO

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Postado em

25/01/2018

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